quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Aquapescabrasil entra para o calendário internacional de feiras do setor

Na avaliação do Ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, a 1ª Feira Internacional de Pesca e Aquicultura do Brasil, realizada em Itajaí/SC, de 18 a 20 de novembro, apresentou excelentes resultados. Além de fechar acordos com outros países e estimular o interesse dos chineses em investir no Brasil, o evento tornou-se referência, como as já existentes Aquanor, na Noruega, e Aquasul, no Chile. Com mais de 10.500 visitantes e volume de negócios de R$ 25 milhões nos três dias, a Aquapescabrasil reuniu 13 países em busca de novas tecnologias, negócios e experiências de sucesso no setor.

Já no primeiro dia (16/11), a Feira apresentou resultados positivos, com o fechamento de um acordo de cooperação tecnológica entre o Brasil e a Noruega, através do Instituto Norueguês de Alimentação, Pesca e Aquicultura, o Nofima, e a Embrapa Aquicultura e Pesca. Um dos focos da parceria será a produção em cativeiro do peixe tambaqui, terceira principal espécie cultivada nas águas brasileiras e que tem despertado interesse da Noruega.

Com uma comitiva formada por 12 empresários, a China também teve destaque na 1ª Feira Internacional de Pesca e Aquicultura. Maior produtor de pescado do mundo, com 34 milhões de toneladas de pescado por ano, o país demonstra interesse em investir no setor pesqueiro e aquícola do Brasil. Tang Chuanqin, da empresa Shandong Homey Group, durante uma palestra na Aquapescabrasil, disse que não há mais espaço para pesca na China. “Por isso, empresários do país têm procurado outras regiões para investir”.

A atual situação do segmento no Brasil, as perspectivas, o potencial do cultivo aquícola e o futuro do setor foram temas de discussão das palestras da Aquapescabrasil. O pavilhão de 3 mil m2 do Centreventos de Itajaí serviu de palco para empresas nacionais e internacionais exporem o que há de mais moderno na área. Fornecedores, transportadores, universidades, terminais de estocagem, bancos, prestadores de serviços, governos e cooperativas se reuniram com objetivo de alavancar o desenvolvimento da pesca e aquicultura brasileira.

“A feira será um marco na história do setor. Por um lado, a realização do evento é resultado da dimensão que o segmento vem ganhando. Ao mesmo tempo, a Aquapescabrasil serviu para dar um novo impulso ao segmento, trazer motivação, conhecimento e novas alternativas em tecnologia”, afirmou o Ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, que esteve presente na abertura oficial do evento.

Durante a visita à Feira, o ministro esteve nos estandes, conversou com os empresários e participou de um Painel Interministerial com o Vice-Ministro da Pesca e Assuntos Costeiros da Noruega, Vidar Ulriksen. Além disso, participou do lançamento do livro Casos de Sucesso, produzido pelo Secretário Nacional de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura do MPA, Felipe Matias.

Para Gregolin, a Aquapescabrasil foi um grande passo para o desenvolvimento do setor, mas ainda há muito que fazer. “Há pouco tempo não existiam políticas para o setor. Com a criação do MPA foram firmadas bases para então obter uma política de desenvolvimento”, disse.

O ministro defendeu ainda que o próximo passo é ampliar os investimentos em créditos, na formação profissional e rever a questão da tributação de toda a cadeia produtiva. É necessário garantir um ordenamento pesqueiro e promover o desenvolvimento de forma sustentável, evitando problemas futuros, como a pesca desenfreada e a falta de segurança alimentar. Com a Aquapescabrasil entrando para o calendário internacional de feiras do setor, tenho certeza de que estamos no caminho certo”, finalizou.

Comercialização da pesca no Brasil

Os desafios para uma inserção mais eficaz do setor no mercado brasileiro também foram tema de discussão. Uma mesa redonda foi realizada com a participação de Abraão Oliveira, do Ministério da Pesca e Aquicultura, Carlos Ely, diretor de relações institucionais da rede Walmart, Márcio Milan, vice-presidente da Agência Brasileira de Supermercados, e Dario Luiz Vitali, representante do CONEPE.

Entre os assuntos levantados esteve a média brasileira de consumo de pescados, que ainda é muito baixa em comparação com outros países – 9kg per capita por ano, quando o recomendado pela FAO é 12Kg. O vice-presidente da Abras, Agência Brasileira de Supermercados, Márcio Milan, falou sobre as previsões do setor. “O consumidor está mais consciente, e está migrando para hábitos de consumo mais saudáveis, entre eles o consumo de pescados”, declarou.

Os desafios do setor

Atualmente, os maiores produtores aquícolas no Brasil são os Estados de Santa Catarina, que detém 90% da maricultura do país, e o Ceará, com a produção de Tilápias e Camarão. A surpresa vem do Mato Grosso, tradicional da pecuária bovina, que vem se destacando na produção aquícola.

As perspectivas e o potencial do cultivo aquícola no Brasil também foram temas de uma mesa-redonda. Participaram do debate, o Secretário Nacional de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura do MPA, Felipe Matias, o consultor internacional em aquicultura e pesca, o chileno Carlos Wurmann, o representante regional interino da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Alejandro Flores Nava, e o diretor do Departamento de Aquicultura em Águas da União do MPA, Marcelo Sampaio. Os palestrantes apresentaram dados sobre as perspectivas do país em relação à pesca extrativista, aquicultura, políticas governamentais, pesquisa e tecnologia.

“O Brasil é visto como um país que tem um potencial enorme, mas que precisa de muitas ações para se desenvolver e alçar vôos”, disse Wurmann. Ele alega que o país passou por um processo interessante e que a comunidade pesqueira tem uma avaliação positiva. “Romperam somente as primeiras barreiras no sentido de tornar a indústria pesqueira competitiva e de qualidade”, afirma.

Felipe Matias confirmou o crescimento nos últimos anos. “De 2002 a 2009 houve um aumento de mais de 60% da produção em todas as espécies”. Segundo ele, a chamada aquicultura continental cresceu cerca de 80% e que o país segue a tendência mundial de estimular a produção de peixes pelo cultivo.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Após negociações com Ministério da Pesca, ANEEL reduz em até 90% tarifa de energia elétrica para aquicultores

foto de viveiro de criação de tilapia - vale do Apodi

A aquicultura brasileira cresceu 43,8%, entre 2007 e 2009, tornando a produção de pescado a que mais se expandiu no mercado nacional de carnes no período, segundo o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

Esta tendência de expansão tem tudo para continuar firme nos próximos anos e décadas. O governo federal, por exemplo, acaba de dar mais um novo e importante estímulo para o setor: os produtores que se dedicarem à atividade terão descontos entre 60 e 90% na conta de energia elétrica, a exemplo do que já ocorre tradicionalmente no setor agropecuário.

A resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) de número 414, publicada recentemente, passou a reconhecer a aquicultura como atividade agropecuária e ainda como classe incluída no desconto de tarifas de energia elétrica em regulamentação consolidada.

“Com a medida, os aquicultores poderão reduzir custos e oferecer à população brasileira um alimento saudável e com demanda em alta, a um preço mais competitivo”, avalia Altemir Gregolin, ministro da Pesca e Aquicultura.

A resolução entende aquicultura como a “atividade de criação ou reprodução de animais ou vegetais aquáticos, com o objetivo de produzir alimentos para o consumo humano”.

A conquista dos aquicultores é o resultado da articulação entre o Ministério da Pesca e Aquicultura – por meio de sua Secretaria de Planejamento e Ordenamento da Aquicultura e área de Assuntos Estratégicos e Relações Institucionais - e o Ministério de Minas e Energia (MMA), através da Secretaria de Energia Elétrica. Também participou das negociações a Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade da ANEEL.

Descontos especiais

A resolução nº 414, de nove de setembro de 2010, determina que as distribuidoras de energia elétrica de todo o País concedam os descontos especiais na tarifa de fornecimento relativa ao consumo de energia elétrica ativa, na carga destinada à aquicultura. Mas condiciona isto a três fatores. A unidade consumidora deve ser atendida pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), que atualmente é responsável pelo fornecimento de aproximadamente 96,6% da energia no País. O consumidor deve também fazer a sua solicitação por escrito. Outra exigência é que o interessado não possua débitos vencidos junto à distribuidora, relativos à unidade consumidora beneficiada com o desconto.

São beneficiados dois grupos de consumidores, denominados A e B, respectivamente com alta e baixa tensão. O desconto deve ser aplicado em um período diário continuo de oito horas e trinta minutos, facultado a distribuidora o estabelecimento de escala de horário para o início, mediante acordo com o respectivo consumidor, garantindo o horário de 21 h e 30 minutos às 6 h do dia seguinte.

Conforme a resolução, o desconto para as cooperativas de eletrificação rural incidirá sobre o somatório dos consumos de energia elétrica dos cooperados, verificados no período estabelecido, cabendo à cooperativa fornecer os dados necessários para a distribuidora.

Os descontos no grupo A, ou de alta tensão, são ligeiramente mais altos. Alcançam 90% nos estados do Nordeste, no estado do Espírito Santo e nos municípios mineiros do Vale do Jequitinhonha ou do norte do estado, incluídos na área de atuação da Agência de Desenvolvimento do Nordeste (ADENE). Na mesma cobertura, o desconto é de 73%, no caso do grupo B, de baixa tensão. Ainda no grupo A, o desconto é de 80% para a região Norte, o Centro-Oeste e os demais municípios do estado de Minas Gerais, enquanto, no grupo B, atinge 67%. Nas demais regiões os descontos são de 70% para projetos de alta tensão e de 60% para os de baixa tensão.

Potencial brasileiro

Com 12% da água doce disponível do planeta, um litoral de mais de oito mil quilômetros e ainda uma faixa marítima, ou seja, uma Zona Econômica Exclusiva (ZEE), equivalente ao tamanho da Amazônia, o Brasil possui enorme potencial para a aquicultura.

Apenas com o aproveitamento de uma fração desta lâmina d’água é possível criar com fartura, de forma controlada, peixes, crustáceos (camarões etc.), moluscos (mexilhões, ostras, vieiras etc.) e algas, entre outros seres vivos.

O pescado é um alimento saudável e cada vez mais procurado pela população, em todas as faixas de renda.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo anual de pescado de pelo menos 12 quilos por habitante/ano. O brasileiro ainda consome abaixo disso.

Entretanto, houve um crescimento de 6,46 kg para 9,03 kg por habitante/ano entre 2003 e 2009. O programa “Mais Pesca e Aquicultura”, do MPA, previa o consumo de 9 kg por habitante/ano apenas em 2011. Portanto, esta meta foi atingida com dois anos de antecedência.

A previsão é de que até 2030 a demanda internacional de pescado aumente em mais 100 milhões de toneladas por ano, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A produção mundial hoje é da ordem de 126 milhões de toneladas. O Brasil é um dos poucos países que tem condições de atender à crescente demanda mundial por produtos de origem pesqueira, sobretudo por meio da aquicultura.

Segundo a FAO, o Brasil poderá se tornar um dos maiores produtores do mundo até 2030, ano em que a produção pesqueira nacional teria condições de atingir 20 milhões de toneladas.

Fonte: MPA

sábado, 20 de novembro de 2010

Produtores Aquicolas terão desconto de até 90% na conta de energia elétrica

foto de viveiro de criação de tilapia - vale do Apodi

Resolução nº 414/2010 reconhece a aquicultura como atividade agropecuária/Foto: Governo do Espírito Santo

Os produtores que se dedicarem à aquicultura terão descontos entre 60% e 90% na conta de energia elétrica. A Resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) passa a entender aquicultura como “atividade de criação ou reprodução de animais ou vegetais aquáticos, com o objetivo de produzir alimentos para o consumo humano”. Esses tipos de desconto são comuns para produtores do setor agropecuário.

A resolução nº 414/2010 reconhece a aquicultura como atividade agropecuária e ainda como classe incluída no desconto de tarifas de energia elétrica em regulamentação.

A resolução determina que as distribuidoras de energia elétrica de todo o País concedam os descontos especiais na tarifa de fornecimento relativa, na carga destinada à aquicultura. Mas o desconto é condicionado a três fatores. A unidade consumidora deve ser atendida pelo Sistema Interligado Nacional (SIN), que atualmente é responsável pelo fornecimento de aproximadamente 96,6% da energia no País. O consumidor deve também fazer a solicitação por escrito. Outra exigência é que o interessado não possua débitos vencidos junto à distribuidora, relativos à unidade consumidora beneficiada com o desconto.

São beneficiados dois grupos de consumidores, denominados A e B, respectivamente, com alta e baixa tensão. Os descontos no grupo A, ou de alta tensão, são ligeiramente mais altos. Eles alcançam 90% nos estados do Nordeste, no estado do Espírito Santo e nos municípios mineiros do Vale do Jequitinhonha ou do norte do estado, incluídos na área de atuação da Agência de Desenvolvimento do Nordeste (ADENE). Na mesma cobertura, o desconto é de 73%, no caso do grupo B, de baixa tensão. Ainda no grupo A, o desconto é de 80% para a região Norte, o Centro-Oeste e os demais municípios do estado de Minas Gerais, enquanto, no grupo B, atinge 67%. Nas demais regiões os descontos são de 70% para projetos de alta tensão e de 60% para os de baixa tensão.

Potencial brasileiro - Com 12% da água doce disponível do planeta, um litoral de mais de oito mil quilômetros e ainda uma faixa marítima, ou seja, uma Zona Econômica Exclusiva (ZEE) equivalente ao tamanho da Amazônia, o Brasil possui enorme potencial para a aquicultura. Apenas com o aproveitamento de uma fração desta lâmina d’água é possível criar com fartura, peixes, crustáceos como camarões, moluscos (mexilhões, ostras, vieiras) e algas, entre outros seres vivos.

O pescado é um alimento saudável e cada vez mais procurado pela população, em todas as faixas de renda. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o consumo anual de pescado de pelo menos 12 quilos por habitante/ano. O brasileiro ainda consome abaixo disso.

Entretanto, houve um crescimento de 6,46 kg para 9,03 kg por habitante/ano entre 2003 e 2009. O programa “Mais Pesca e Aquicultura”, do Ministério da Pesca e Aquicultura, previa o consumo de 9 kg por habitante/ano apenas em 2011. Porém, esta meta foi atingida com dois anos de antecedência.

A previsão é de que até 2030 a demanda internacional de pescado aumente em mais 100 milhões de toneladas por ano, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A produção mundial hoje é da ordem de 126 milhões de toneladas. O Brasil é um dos poucos países que tem condições de atender à crescente demanda mundial por produtos de origem pesqueira.


terça-feira, 28 de setembro de 2010

SONHO VIROU REALIDADA PARA 28 FAMILIAS DO SÍTIO JUAZEIRO


Qualidade de vida é ter os serviços básicos próximos à moradia, como exemplo abastecimento de água na residência, nesse sentido a comunidade do sitio juazeiro–II deu um passo na conquista de mais um item fundamental para o benefício da comunidade, onde o bem comum de um seja o bem comum de todos.
28 famílias vão receber abastecimento de água diretamente na casa, através de um sistema de adutora de 1.500 metros, onde a água vai sair de um poço tubular para uma caixa elevada, que funciona ao lado do centro comunitário do grupo de jovens.
Um dos problemas da zona rural e o sistema de abastecimento de água para o consumo humano, para suprir essa necessidade, hoje têm a parceria da operação carro pipa, uma ação do Ministério da Integração Nacional, onde dispõem de 400 pipas de água por mês.
Com planejamento, vamos fazendo os investimentos necessários para organizar e diminuir, cada dia a dependência da operação carro pipa, dando a comunidade seu próprio sistema de adutora para o abastecimento humano, assim iremos garantir as condições necessária aos trabalhadores para continua vivendo na zona rural.

sábado, 25 de setembro de 2010

Programa de aquisição de alimento recebe mais R$ 6,2 milhões

A agricultura familiar do Rio Grande do Norte recebeu novo incentivo financeiro, referente ao Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA). O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) liberou nesta semana mais R$ 6,2 milhões para o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) do Rio Grande do Norte para execução da ação. O valor é referente à terceira parcela de um total de R$ 18.414.000,00.
O convênio foi firmado com o Estado em 28 de setembro de 2009 e termina em 31 de março de 2011. Essa parceria atende a 3.700 agricultores familiares na compra de 1.400 toneladas de alimentos. A produção adquirida é distribuída para as escolas públicas, entidades socioassistenciais, Bancos de Alimentos e Cozinhas Comunitárias.
Além da parceria com o Governo Estadual do Rio Grande do Norte, o MDS possui também convênio com municípios e com a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) para implementação do PAA. Para 2010, os recursos totais do programa são de R$ 623 milhões com meta de adquirir 360 toneladas de alimentos de 140 mil agricultores atendendo a 15 milhões de pessoas.

ATENDIMENTO
O PAA tem o objetivo de contribuir para a segurança alimentar e nutricional de pessoas atendidas pela rede de equipamentos públicos de alimentação e nutrição (restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos) e pela rede socioassistencial, além de promover a inclusão econômica e social no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.
Os alimentos são adquiridos diretamente de agricultores familiares ou de suas organizações (cooperativas e associações), dispensando a licitação desde que os preços sejam compatíveis com os praticados nos mercados locais/regionais. Criado em 2003, o programa aplicou R$ 2,7 bilhões, incluindo recursos dos orçamentos do MDS e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para a compra de R$ 2,6 milhões de toneladas em mais de 2,3 mil municípios de todos os Estados.

Fonte: Jornal de Fato

Encontro de Produtores de arroz do Vale do Apodi



A prefeitura de Apodi via Secretaria Municipal de Recurso Hídrico do Município, reuniram nesta quinta-feira dia 23, os representantes de produtores de arroz do vale do Apodi para discutir e estimular o cultivo do arroz vermelho no Vale do Apodi a sua política de organização da cadeia produtiva do arroz.

O município de Apodi é hoje o maior produtor do estado e o segundo do Brasil tornando se responsável por geração de emprego e renda no município.

Estiveram presente ao encontro representantes das 21 associações de plantadores de arroz vermelho do Vale do Apodi Técnicos da Secretaria.

Para este encontro foi convidado o Engenheiro Agrônomo e pesquisador da EMPARN Aldo Medeiros.

Na pauta alem da produção e sua comercialização foi discutida a aplicação de insumos e defensivos na cultura do arroz com ótimas práticas evitando a agressão ao meio ambiente.

O arroz vermelho é um dos principais componentes da dieta alimentar do nordestino e é cultivado principalmente nos Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Bahia e Alagoas, sendo também produzido em alguns municípios do Norte de Minas Gerais.

O arroz vermelho tem fácil cozimento e digestibilidade e procurado nos restaurantes da região nas mais diversas receitas desde arroz de leite ao baião de dois.

A mão-de-obra familiar é a mais usada pelos produtores no cultivo o que contribui para baixar os custos.

Segundo o pesquisador da EMPARN Aldo Medeiro alem de melhorar a produção é preciso utilizar o marketing para melhorar a imagem do arroz vermelho. “O arroz vermelho tem grande aceitação pela população sendo necessário trabalhar mais a imagem junto ao publico consumidor e melhorar a sua comercialização com uma melhor imagem do produto agregando mais valor melhorando a rendo do produtor”. Disse o pesquisador.

Para o Secretário municipal de Agricultura Eron Costa o encontro foi importante na buscar de novas técnicas para o cultivo. “Temos solos favoráveis à produção do arroz em nosso município e vamos aumentar ainda mais a produção do arroz com as novas técnicas e continuar sendo o maior produtor do estado e o segundo do Brasil. O arroz vermelho é um grande responsável por geração de renda em nosso município. Com esses encontros buscamos dar mais sustentabilidade a produção do arros vermelho em nosso municipio” Finalizou o Secretário.

O arroz vermelho foi trazido pelos portugueses em 1535, por meio da capitania de Ilhéus, na Bahia. Foi o primeiro tipo de arroz a chegar ao Brasil em 1765, principalmente pelo Maranhão.

Fonte: Apodi Forte

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Garantia-Safra inicia pagamento a 393 mil agricultores familiares

Foto: Tamires Kopp
Começa nesta sexta-feira (17) o pagamento do benefício do Programa Garantia-Safra 2009/2010 da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA). Serão contemplados com o seguro 393.849 agricultores familiares de 351 municípios dos estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba e Pernambuco. O montante de pagamentos chega a R$ 59 milhões. O valor do benefício será pago diretamente ao agricultor em quatro parcelas de R$150, por meio de cartão eletrônico da Caixa Econômica Federal.
O Garantia-Safra é um seguro para agricultores familiares que perderam no mínimo 50% da produção por falta ou excesso de chuvas. Tem como objetivo garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares de municípios sujeitos a perda de safra, com renda de até 1,5 salário mínimo, que plantam entre 0,6 e 10 hectares. As culturas incluídas no programa são: feijão, milho, arroz, mandioca, algodão ou outras atividades agrícolas de convivência com o Semiárido, que abrange os municípios localizados na região Nordeste, no norte do Estado de Minas Gerais (Vale do Mucuri e Vale do Jequitinhonha) e no norte do Estado do Espírito Santo. Na safra 2009/2010, a perda de produção ocorreu em decorrência de estiagem.
Para ter acesso ao benefício, os municípios devem encaminhar comunicado de perda para a coordenação nacional do Programa, fazer laudos amostrais e inseri-los em aplicativo disponível no site www.seaf.mda.gov.br. É necessário também que tanto os Estados quanto os municípios tenham realizado os aportes ao Fundo Garantia-Safra. Depois de comprovada a perda de produção, os agricultores aderidos recebem o seguro de renda mínima.
O agricultor pode obter mais informações na Prefeitura Municipal, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais ou no escritório regional da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural.
Fonte: MDA

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

ADUTORA DA COMUNIDADE DO SITIO IRAPUA FOI CONCLUIDA BENEFICIANDO 28 FAMILIAS

O melhoramento da qualidade de vida é uma busca das comunidades do município de Apodi, as lideranças rurais perceberam que os produtores tendo na comunidade: energia, geração de renda, posto de saúde e outros serviços básicos não deixarão à morada na zona rural, nesse pensamento e que estamos resolvendo os problemas de abastecimento de água nas comunidades. Dessa vez foi à comunidade do sitio arapuá, primeiro foi feito um contato com a secretaria de agricultura, onde marcamos uma reunião na comunidade com a prefeita onde os moradores expressaram o desejo de uma adutora, devido o poço que abastece a comunidade fica a um (1) km de distancia da vila.
A prefeita autorizou a secretaria de agricultura, fazer o projeto, cadastros dos beneficiários, solicitação dos equipamentos e execução da obra, para viabilizar o sonho da comunidade, hoje é uma realidade, a adutora já está em funcionamento, beneficiado 28 famílias da comunidade do sitio arapuá.

REUNIÂO PARA DISCUTIR AS NECESSIDADES LOCAIS


TRATOR COM SUCADOR FAZENDO O
TRABALHO DE ESCAVAÇÃO

CAIXA DA ÁGUA JÁ EM FUNCIONAMENTO

MAIS UMA ASSOCIAÇÃO A SERVIÇO DOS TRABALHADORES



Depois de muita peleja, com muita disposição e organização A comunidade do sítio São Lourenço com o apoio da secretaria de agricultura de Apodi, conseguimos a reestruturação de mais uma associação de pequenos produtores rurais no vale, a entidade estava desativada a mais de 6 anos, foi realizada uma reunião para discutir sobre a regularização junto a receita federal. A comunidade fez uma campanha de arrecadação, juntos ao novo sócio, o dinheiro foi suficiente para o pagamento das multas e os serviços de contabilidade. Em seguida foi feita a reunião para escolha e posse da nova diretoria.
Desejamos que os companheiros procurem desenvolver, um trabalho em beneficio da comunidade, buscando sempre o caminho da coletividade.

domingo, 12 de setembro de 2010

COMUNIDADE EM DEBATE COM O BEL. JOEL CANELA.

DISTRITO DE SANTANA - A FM Liberdade veículou neste sábado mais um programa comunidade em debate com o Bel. Joel Canela, como também com a minha colaboração; aonde o Bel. Joel Canela externou o momento da campanha de muita importância,pois; estava chegando a hora do sufrágio, um direito intransferivel do eleitor escolher os seus candidatos com a Força da sua consciência, e frisando que analizassem as suas escolhas; priorisando politicos de passado Limpo.


Como convidado no programa o secretário de agricultura da cidade do Apodi-RN; Antonio Eron da Costa que apresentou várias ações executadas por sua pasta por delegação da Prefeita Gorete Pinto(PMDB); dentre eles destacou o programa de Criação de peixes em Gaiolas; e sobre a cadeia produtiva do Arroz Vermelho; ainda parabenizou o municipio de Felipe Guerra-RN, pela Caprifeira que ora era realizada.



No Final do programa o apresentador fez doação de 04(quatro) cestas básicas em parceria com colaboradores que usaram das suas generosidades, senhores(a) ex-vereador Railton Pacoal(DEM) sec. de agricultura Eron Costa; comerciantes Telma Leite, Lúcia Pascoal.


Agricultôra Alvaneide de Suruca aqui do nosso Distrito de Santana


Agricultôr Francisco Gleiton da cidade Alta - Felipe Guerra - RN


Toinha de Antonio de Aninha Agricultôra da cidade Alta - Felipe Guerra - RN


Agricultôr Márcio de Sheu da cidade Baixa - Felipe Guerra - RN

Fonte:Santana Noticia