sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ninguém vai morar em área de risco porque quer ou porque é burro

As pessoas vão morar numa área de risco porque não têm nenhuma opção para a renda que possuem

14/01/2011

Raquel Rolnik

raquelrolnik.wordpress.com


Na última terça-feira participei do Jornal da TV Cultura, falando sobre o problema das chuvas que atingem várias regiões do nosso país nesta época do ano. Depois da apresentação de uma reportagem que mostrava deslizamentos de encostas e perdas de vidas em várias cidades, a primeira pergunta do apresentador Heródoto Barbeiro foi: “isso tem solução?”

Segue abaixo a minha resposta:

“Tem solução, sim. Evidentemente algumas medidas são paliativas. Há formas de intervenção para melhorar a estabilidade dos terrenos, drenar melhor a água, conter encostas, ou seja, melhorar a condição de segurança e a gestão do lugar para que, mesmo numa situação de risco, se possam evitar mortes.

Mas a questão de fundo é que ninguém vai morar numa área de risco porque quer ou porque é burro. As pessoas vão morar numa área de risco porque não têm nenhuma opção para a renda que possuem. Estamos falando de trabalhadores cujo rendimento não possibilita a compra ou aluguel de uma moradia num local adequado. E isso se repete em todas as cidades e regiões metropolitanas.

Não adiantam nada as obras paliativas aqui e ali se não tocarmos nesse ponto fundamental que é: quais são os locais adequados, ou seja, fora das áreas de risco, que serão abertos ou disponibilizados para que a população de menor renda possa morar?”.

Raquel Rolnik é arquiteta urbanista, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Campinas e coordenadora da área de urbanismo do Pólis - Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Portaria do Ministério da Agricultura anuncia retirada gradual de agrotóxico do mercado

Danilo Macedo

Repórter da Agência Brasil

Brasília - O metamidofós, agrotóxico usado nas lavouras brasileiras, principalmente nas de cana-de-açúcar, soja e algodão, vai sair do mercado gradualmente, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Portaria publicada hoje (17) no Diário Oficial da União informa que o uso do produto será proibido a partir de dezembro de 2012.

De acordo com a portaria, em 120 dias estará proibida a importação e produção do inseticida. Sua formulação, no entanto, será permitida por mais um ano e a comercialização, até novembro de 2012. A decisão do governo foi tomada depois que uma reavaliação do agrotóxico, feita pelo ministério, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), constatou que seus benefícios não compensam os riscos à saúde.

Desde 2004, o inseticida foi proibido para pequenas culturas, nas quais é mais comum o uso de aplicador costal, manualmente. “A medida segue uma tendência mundial de suspensão de uso do produto. O governo tem dado prioridade aos defensivos menos tóxicos e que, ao mesmo tempo, sejam eficientes no controle de pragas”, afirmou o coordenador-geral de Agrotóxicos do Mapa, Luís Eduardo Rangel, por meio de nota. Segundo ele, o produtor já pode optar por outros agrotóxicos com a mesma finalidade do metamidofós, autorizados pelos órgãos sanitárias do país.

Atualmente há seis produtos registrados no Mapa com o agrotóxico metamidofós: Metafós, Matamidofós Fersol 600, Metasip, Stron, Stron 600 SL e Tamaron BR. O site do Mapa, na página de consulta de ingrediente ativo, informa que o inseticida é autorizado para as culturas de algodão, amendoim, batata, feijão, soja, trigo e tomate – no caso deste último, ele é empregado apenas para o tipo rasteiro, com fins industriais.

Ainda de acordo com informações veiculadas no site do ministério, “para todas as culturas, o uso [do inseticida] deverá ser exclusivamente via trator, pivô central ou aérea”.

Edição: João Carlos Rodrigues

Brasil ultrapassa marca de 200 milhões de celulares

Lourenço Melo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – No fechamento do ano passado, havia no país 202,94 milhões de telefones celulares, com crescimento de 16,66% em relação ao ano anterior. Isso equivale a 104,68 acessos para cada 100 habitantes, com crescimento de 15,6% em relação a 2009, informou hoje (19) a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ao divulgar dados atualizados sobre a telefonia móvel no Brasil.

O número de celulares é maior que o de habitantes do país – 190,73 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2010, o número de novas habilitações teve o segundo maior crescimento dos
últimos 11 anos. Em 2009, as companhias telefônicas registraram 23.317.965 novas habilitações. No ano passado, houve 28.984.665 adesões ao sistema de telefonia móvel.

De acordo com o levantamento da Anatel, no fechamento do ano passado, havia no país 167.097.747 celulares pré-pagos, o equivalente a 82,34% do total, e 35.846.686 pós-pagos, ou 17,66% do total.

A Anatel constatou que, em 15 estados e no Distrito Federal, há mais de um celular por habitante. Os estados são: Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Santa Catarina, Espírito Santo, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Tocantins e Amapá.

Edição: Nádia Franco

Secretário diz que Seguro Safra está assegurado

25 mil agricultores potiguares aguardam o pagamento de R$ 610 da garantia. Prazo para quitação expira amanhã Foto: Xico Morais/DB/D.A Press

O secretário estadual da Agricultura, Pecuária e Pesca (Sape), Betinho Rosado, garantiu que o débito com agricultores relativos ao Programa Seguro Safra será pago. "A governadora Rosalba Ciarlini determinou à Secretaria de Planejamento encontrar o caminho para obter esse dinheiro", disse o secretário em entrevista a uma rádio local.

O Seguro Safra é uma garantia dada aos agricultores em caso de insucesso da safra plantada. O valor pago aos agricultores é de R$ 610, divididos em quatro parcelas de R$ 152,50. Atualmente, 25 mil agricultores em 87 cidades do Rio Grande do Norte estão à espera deste benefício, que resulta no montante de R$ 910 mil - que deveria ter sido repassado pela gestão anterior até 30 de dezembro de 2010.

Betinho Rosado lembrou que foi solicitado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) uma prorrogação do prazo para o pagamento. A nova data acordada foi amanhã (15). "Vamos conseguir fazer este pagamento", afirmou.

Programa do Leite

Ainda na entrevista, o secretário foi questionado sobre o Programa do Leite. Segundo ele, é uma determinação da governadora Rosalba Ciarlini que haja continuidade do programa e que sejam feitos alguns ajustes para que ele se torne mais eficiente.

O titular da Sape explicou que são consumidos, por dia, 150 mil litros de leite por famílias carentes do RN. "É algo que tem grande alcance social", disse. Além disso, o segmento dos produtores é beneficiado com a venda do leite para distribuição. "É o social se viabilizando dentro do econômico", ressaltou.

Quanto à dívida do Programa, Betinho Rosado disse que os produtores alegam um débito de R$ 10 milhões. "R$ 5 milhões serão pagos por indenização. Ou seja, o leite foi fornecido e o Estado não empenhou o pagamento. R$ 4 milhões estão empenhados e o outro R$ 1 milhão, o governo passado ainda não empenhou", detalhou.

Uma reunião dos fornecedores foi realizada na última quarta-feira para apresentar a proposta do governo aos produtores do setor. Betinho lembra que o orçamento da Sape é de R$ 4 milhões e que alguns programas estão atrasados ou a contrapartida não foi paga. A solução apresentada pelo secretário é que será feito um levantamento se o serviço foi prestado e, em seguida, pagar como indenização. "A ideia é pagar a última quinzena, avaliada em R$ 2 milhões. Daí retomaremos o pagamento em dia e o que ainda ficou de débito negociar em doze prestações", argumentou o secretário.

Fonte: Diário de Natal

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FOTO DE VIVEIRO DE CRIAÇÃO DE TILAPIA


VALE DO APODI 15/09/2010

Nova ministra da Pesca quer peixe na merenda escolar

Folha Online

A nova ministra da Pesca e Aquicultura, Ideli Salvatti, pretende colocar mais peixes na merenda escolar, como forma de aumentar o consumo de pescado no Brasil, ainda pequeno se comparado ao tamanho da área oceânica e de rios do país.

"É um desafio fazer o brasileiro consumir mais peixe. Vamos fazer campanhas de divulgação e colocar o pescado merenda escolar, porque aí vamos preparando as novas gerações. É um trabalho de convencimento e educação", disse a ministra.

A ministra comparou o consumo de pescado pelos brasileiros, de 9 kg por ano, enquanto na Espanha é de 35 kg.

Segundo Ideli Salvatti, o ministério pretende equiparar a produção de pescado com a agricultura.

"De todas as proteínas animais, o pescado é a proteína mais saudável. O Brasil pode ser um grande produtor de pescado, como é de carne bovina", disse.

A ministra, no entanto, admitiu que a verba orçamentária para investir na aqüicultura ainda é pequena.

"É um ministério bíblico, de multiplicar os peixes. Vamos ter que fazer o milagre de fazer mais com menos", disse.

Após tomar posse, Ideli disse que o trabalho será de continuidade e não anunciou novas medidas.

"Será um trabalho de continuidade, o Plano Mais Pesca e Aquicultura vai até 2011 e vamos cumprir o calendário. A presidente Dilma pediu para aumentar a industrialização e produção, sem deixar de lado a pesca artesanal", afirmou a nova ministra.

Comissão Pastoral da Terra pede a Dilma que avance na reforma agrária e lista prioridades

Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Comissão Pastoral da Terra (CPT), ligada à Igreja Católica, concluiu que houve em 2010 uma redução de 44% no número de famílias assentadas em todo o Brasil em comparação a 2009. A entidade também informou que caiu 72% a quantidade de terras destinadas à reforma agrária no país. A CPT critica ainda a falta de apoio à agricultura familiar.

A comissão divulgou documento em que pede a atenção do governo da presidenta Dilma Rousseff para os desafios na reforma agrária e agricultura familiar. O comando da CPT sugere que sejam aplicadas políticas de estímulo à agricultura familiar e à manutenção dos agricultores no campo. Para a comissão, o governo Luiz Inácio Lula da Silva avançou na “formação [consciente] de consumidores”, mas falta ainda evoluir no que se refere aos cidadãos.

“Assim, diante das demandas da reforma agrária e da agricultura familiar e camponesa, é imensa a missão da presidenta da República recentemente eleita. Com o apoio da maioria do Congresso Nacional, a presidenta efetivamente terá, nesses campos estratégicos, a missão de fazer a reforma agrária que nunca foi feita no Brasil”, conclui a entidade.

Para a comissão, o governo Dilma deve elencar a reforma agrária como prioridade com base em, pelo menos, sete pilares, entre eles adotar ações efetivas para o estímulo à agricultura familiar, garantir um orçamento adequado para o setor, propor um modelo de produção alimentar baseado na agricultura familiar e limitar o tamanho da propriedade da terra.

A CPT sugere ainda que o governo assegure a aprovação da proposta – que está no Congresso – determinando o confisco de terras onde há exploração de mão de obra escrava; além de garantias de demarcação das terras indígenas e quilombolas, e da atualização dos índices de produtividade.

A conclusão está no balanço sobre reforma agrária em 2010 divulgado pela CPT. Para a entidade, o desenvolvimento econômico e social está diretamente relacionado à eficiência da política de reforma agrária. “No Brasil, não poderá haver desenvolvimento alternativo, democrático e sustentável sem uma reforma agrária intensa e extensa”, defende o estudo.

Os dados do governo Lula, relativos aos dois mandatos, ainda não foram fechados, mas estimativas indicam a participação de cerca de 480 mil famílias em 3.621 ocupações de terra ao longo desse período. As informações da entidade são atribuídas ao Núcleo de Estudos, Pesquisa e Projetos de Reforma Agrária (Nera).

Para a comissão, os programas de preservação ambiental dependem também do apoio da reforma agrária e de programas de agricultura familiar. “São partes essenciais desse esforço inadiável para se alcançar a sustentabilidade desejada na agricultura, na produção de alimentos e nos modelos produtivos”, diz o balanço.

A CPT lembra que há uma “histórica disputa” no Brasil entre os defensores da reforma agrária e os contrários à proposta. Para a comissão, há um desequilíbrio entre os adversários. Mas a entidade reconheceu que há um esforço das autoridades para combater, por exemplo, o trabalho escravo. De acordo com dados do órgão, 37 mil trabalhadores de campo que atuavam em situação degradante foram libertados desde o governo Fernando Henrique Cardoso.

Porém, a entidade apelou para que o governo dê prioridade à situação das comunidades dos quilombolas – descendentes de escravos. De acordo com a CPT, essa população é vítima de um trabalho “de escravidão”. Pelos dados, ainda há mais de 3 mil comunidades, em 24 estados brasileiros, à espera de títulos definitivos de terra.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Prorrogado prazo para Chamada Pública para roteiros turístico

foto: Ubirajara Machado

Foram prorrogadas até 28 de janeiro de 2011 as inscrições para a Chamada Pública Talentos do Brasil Rural – Eixo Serviços que irá selecionar 24 roteiros turísticos por meio do projeto Talentos do Brasil Rural: turismo e agricultura familiar a caminho dos mesmos destinos. O objetivo é a inserção de produtos e serviços da agricultura familiar no mercado turístico.

Poderão se inscrever instituições ou entidades representativas de roteiros turísticos compostos por, no mínimo, 10% de empreendimentos da agricultura familiar. Esses roteiros deverão estar acessíveis a no máximo três horas de viagem, por meio terrestre ou aquaviário, a partir de uma das 12 cidades sede da Copa do Mundo de 2014.

Os roteiros selecionados serão apoiados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e receberão um diagnóstico e um plano de ação para trabalhar a agricultura familiar como diferencial competitivo, além de apoio para a comercialização. Também está previsto que os empreendimentos da agricultura familiar presentes no roteiro recebam orientação técnica e qualificação para aperfeiçoamento de seus serviços ou instalações.

Serão investidos cerca de R$ 3 milhões no projeto, que é parceria entre o MDA, o Ministério do Meio Ambiente, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Agência de Cooperação Alemã (GTZ).

Para participar do projeto, os representantes dos roteiros deverão preencher a ficha de inscrição e enviá-la, junto com os demais documentos listados no edital, que encontra-se disponível no endereço:

http://www.mda.gov.br/portal/saf/programas//div

Prazos

Atividade Data
Publicação da Chamada 29/11/2010
Prazo para recebimento das Propostas De 29/11/10 a 28/01/2011
Análise das Propostas pela Comissão Julgadora 07/02/2011 a 25/02/2011
Divulgação dos Resultados 04/03/2011
Prazo para encaminhamento de recurso administrativo 18/03/2011
Prazo para análise do recurso e divulgação do
resultado final da seleção
25/03/2011











fonte: Portal do Desenvolvimento Agrário

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Já ouviu falar no arroz vermelho? Veja como ele pode transformar sua saúde

Foto: Getty Images

Apesar de pouco conhecido no país, o arroz vermelho é altamente nutritivo e benéfico à saúde. Utilizado há muitos anos na China como medicamento natural, o grão foi trazido ao Brasil pelos portugueses e plantado no Maranhão e posteriormente radicado na Paraíba, onde faz parte da culinária local.

“Em sua composição encontra-se a monocolina (estatina natural), substância que pode auxiliar na redução do nível de colesterol ruim no sangue, aquele que pode causar infartos e derrames cerebrais”, afirma Sylvana Braga nutróloga, reumatóloga, fisiatra e especialista em prática ortomolecular.

Além disso, segundo a profissional, o extrato deste tipo de arroz pode auxiliar na circulação sanguínea, na digestão e nas funções intestinais. Apresenta também três vezes mais ferro e duas vezes mais zinco que o arroz branco. O preparo pode ser feito da mesma maneira que o arroz tradicional, com tempero a gosto. Acessível, ele pode ser encontrado em redes de supermercados.

Fonte: Dieta Nunca Mais (Por Monique dos Anjos)





quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Produção de grãos deve ultrapassar as 149 milhões de toneladas

A safra nacional de grãos do ciclo 2010/2011 deve chegar a 149,4 milhões de toneladas, com um aumento recorde de 0,1% ou cerca de 212 mil t sobre a safra passada (149,2 milhões de t). Com relação ao último levantamento, realizado em dezembro, a produção cresceu 0,22% ou o equivalente a 329,6 toneladas.

Uma das razões da evolução foi o ajuste de área do arroz e da melhoria de produtividade do milho 1ª safra e do trigo no Rio Grande do Sul. A previsão, no entanto, está condicionada à ocorrência de clima favorável para essas culturas e outras, como o algodão, a soja, o milho 2ª safra e o feijão.

Os números são do quarto levantamento realizado pela Conab no mês passado e divulgado nesta quinta-feira (6). A área destinada ao cultivo deve atingir 48 milhões de hectares, com 1,3% a mais que a cultivada no período anterior.

O algodão tem, em termos percentuais, o maior crescimento no volume de área, com 55,2% a mais que a safra passada, podendo atingir 1,8 milhão de toneladas de pluma ou seja, 640 mil t a mais que última safra, que foi de 1,2 milhão de t. O arroz deve crescer 8,3% (967,3 mil t) sobre o último ciclo, podendo alcançar 12,63 milhões de t, mesmo com uma retração na área de 0,7%. Já para o milho 1ª safra, prevê-se uma situação diferente, com uma queda de produção de 7,5%, podendo atingir 31,5 milhões de t, contra as 34 milhões de t da safra passada.

A área semeada com soja atingiu 24 milhões de hectares, com uma previsão de colheita de 68,6 milhões de toneladas e um crescimento de 0,2% sobre o último ciclo. O produto começou a ser colhido agora no Mato Grosso, com uma estimativa de boa produtividade. Nos demais estados, predomina o desenvolvimento vegetativo.

A pesquisa foi realizada por 51 técnicos, no período de 13 a 16 de dezembro, quando foram ouvidos representantes de cooperativas e sindicatos rurais, de órgãos públicos e privados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além de parte das regiões Norte e Nordeste. (Raimundo Estevam/Conab)